Objectivos
Pré-requisitos
Resumo
Introdução

  Unidade Didáctica 1
O que é o Ruído
O Decibel
Sistema Auditivo Humano
Audibilidade Humana
Síntese da Unidade Didáctica 1
Auto-Avaliação
  Unidade Didáctica 2
O Ruído nos Locais de Trabalho
Medição do Ruído
Síntese da Unidade Didáctica 2
Auto-Avaliação
  Unidade Didáctica 3
Consequências ou Efeitos do Ruído
Síntese da Unidade Didáctica 3
Auto-Avaliação
  Unidade Didáctica 4
Controlo do Ruído
Exames Médicos e Audiométricos
Limites do Ruído
Síntese da Unidade Didáctica 4
Auto-Avaliação

Glossário
Bibliografia

  Anexos
Legislação sobre o Ruído
Lei de Fechner-Weber
Auto-Auditoria
Controlo do Ruído


Avaliação Final do Módulo

Consequências ou Efeitos do Ruído

Alguns destes efeitos já foram referidos mas vamos agora apresentá-los de forma mais completa e sistematizada.

Os ruídos de componentes graves - frequências mais baixas - são os menos perigosos1; para níveis superiores a 100 dB actuam sobre os músculos e estômago, podendo provocar vómitos e até síncopes.

Os ruídos de médias frequências provocam os mesmos danos mas em maior grau; aos 80 dB já podem causar transtornos digestivos, aumentar a pressão arterial e a pulsação.

O sistema central do homem é muito sensível aos ruídos com frequências altas, os agudos, que podem causar fadiga nervosa e cansaço mental, alterando o sistema neurovegetativo.



  • Acção sobre o aparelho auditivo

  • Perda de audição
    Esta perda é função da frequência e da intensidade do ruído. É mais evidente para os sons puros e para frequências elevadas.

  • Fadiga auditiva
    Trata-se de um abaixamento reversível da acuidade auditiva. Caracteriza-se pelo grau de perda da audição e pelo tempo que demora a retoma da audição normal.

    Quando a exposição a ruído excessivo se mantém durante muito tempo, há um perda permanente da acuidade auditiva.






  • 1 Estudos recentemente divulgados (1999), levados a cabo durante 10 anos por investigadores portugueses indicam que a exposição a ruídos de frequências inferiores a 500 Hz podem originar epilepsia, epilepsia reflexa, cancros (estômago, rins, pulmões e cancros cerebrais - gliomas). Estas patologias levaram à definição de uma nova doença profissional designada doença vibroacústica.


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