Objectivos
Pré-requisitos
Resumo
Introdução

  Unidade Didáctica 1
O que é o Ruído
O Decibel
Sistema Auditivo Humano
Audibilidade Humana
Síntese da Unidade Didáctica 1
Auto-Avaliação
  Unidade Didáctica 2
O Ruído nos Locais de Trabalho
Medição do Ruído
Síntese da Unidade Didáctica 2
Auto-Avaliação
  Unidade Didáctica 3
Consequências ou Efeitos do Ruído
Síntese da Unidade Didáctica 3
Auto-Avaliação
  Unidade Didáctica 4
Controlo do Ruído
Exames Médicos e Audiométricos
Limites do Ruído
Síntese da Unidade Didáctica 4
Auto-Avaliação

Glossário
Bibliografia

  Anexos
Legislação sobre o Ruído
Lei de Fechner-Weber
Auto-Auditoria
Controlo do Ruído


Avaliação Final do Módulo

Limites do Ruído

Ao ruído também se pode aplicar o conceito de dose.

No caso do ruído contínuo:

dose = nível sonoro x tempo de exposição

Para medir as doses de ruído utiliza-se um aparelho chamado dosímetro.

No caso de ruído não contínuo recorre-se ao conceito de "nível contínuo equivalente" ou seja, o que produziria o mesmo efeito que o nível variado em causa.

Podem aplicar-se dois critérios para a equivalência:

  • critério de igual energia

  • critério de igual pressão

O recomendado pelas normas internacionais é o critério de igual energia que diz:

Se duplicar o tempo de exposição ao ruído, é necessário diminuir a energia desse ruído para metade, o que é equivalente a diminuir o nível do ruído de 3 dB.

A Norma Portuguesa NP-1733 diz que o nível sonoro contínuo equivalente não deve ultrapassar 85dB (A), sendo o máximo admissível 90 dB (A), valor acima do qual há risco apreciável de surdez.

Conjugando esta norma com o critério de igual energia pode-se construir o seguinte quadro:




Quadro 5 - Tempos admissiveis de exposição ao ruído



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