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Som

As primeiras investigações sobre o som foram iniciadas na Antiguidade, com os trabalhos de filósofos gregos como Pitágoras, no século VI a.C. e continuados ao longo dos séculos, realçando-se os trabalhos de Galileu.

Galileu iniciou o estabelecimento das relações numéricas entre os sons em função das vibrações do objecto sonoro. Verificou-se que um determinado número de vibrações dá como resultado um som específico. Aumentar a frequência do número de vibrações por segundo torna o som mais agudo. O inverso produz um som mais grave.

Joseph Sauver, considerado o pai da acústica musical, descobriu o número exacto de vibrações em cada som para o ouvido humano o captar. Estabeleceu-se entre 30.000 e 40.000 vibrações por segundo.

A distinção entre infrasons e ultrasons faz-se exactamente segundo este número de vibrações. Os sons com uma frequência abaixo de 30000 vibrações por segundo denomina-se por infrasom. Por outro lado, todos aqueles com uma frequência superior a 40000 vibrações por segundo chamam-se ultrasons. Ambos são inaudíveis ao ouvido humano.

A título de exemplo, os ultrasons são utilizados por vários animais para se orientarem. É o caso da ecolocalização dos golfinhos que foi a inspiração para o desenvolvimento do radar.


Mas afinal o que entendemos por Som?

A definição da acústica aponta para a variação rápida da onda de pressão num meio. Usualmente referimo-nos a som audível, que é a sensação (detectada pelo ouvido) de uma pequena mais muito rápida variação na pressão do ar acima e abaixo de um valor estático. Este valor estático é a pressão atmosférica.